FALTA DE MEDICAMENTOS ESTÁ ASSOCIADA À PRECARIEDADE DA LOGÍSTICA FARMACÊUTICA

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Dois anos passaram depois da publicação da primeira Nota[1]do CIP que levantava os desafios no sector da farmácia hospitalar e da logística de medicamentos que concorriam para a não disponibilização de fármacos aos pacientes do Serviço Nacional de Saúde. No ano passado (2017) o CIP regressou aos depósitos visitados na pesquisa de 2015 e não encontrou melhorias substanciais em termos de eficiência do sector, principalmente nos níveis distritais e da farmácia hospitalar (Unidades Sanitárias).

A falta de medicamentos nas Unidades Sanitárias moçambicanas continua a ser um problema alarmante e longe de ser ultrapassado. O Ministério da Saúde (MISAU) tem-se desdobrado em justificações de que há melhorias no fornecimento de medicamentos essenciais às diversas Unidades Sanitárias, no entanto, durante o trabalho de monitoria ao sector da Saúde realizado pelo CIP apurou-se que grande número de utentes do serviço público continua a não receber os medicamentos receitados na quantidade certa e na hora certa

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