Compreendendo como a corrupção favoreceu a contração das dívidas ocultas

Em 2013, a ProIndicus e a EMATUM – duas empresas recém-criadas pelo Estado moçambicano – não reuniam  condições para receber empréstimos comerciais de 1.4 mil milhão de dólares do Credit Suisse. Representavam alto risco de falharem com o pagamento de reembolsos. 

Nesse ano, a Privinvest – empresa que iria executar os projectos da ProIndicus e EMATUM, também não reunia condições reputacionais para receber 1.4 mil milhões de dólares. E mais, o dinheiro devia ser desembolsado em fases, em função da avaliação positiva da implementação dos projectos no terreno. Mas o Credit Suisse transferiu todo o montante dos empréstimos para a Privinvest, antes do início da execução dos projectos.

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