
Guardas prisionais forçam mulheres reclusas a sair da cadeia para se prostituírem. Por cada reclusa entregue a um cliente recebem pagamento em dinheiro que varia de cerca de 3 até 30 mil meticais. Os clientes são, geralmente, pessoas bem posicionadas na sociedade que procuram prazer em mulheres que acreditam terem permaneceram muito tempo sem manter relações sexuais. As reclusas usadas na rede de prostituição recebem tratamento privilegiado na cadeia. As que se recusam a aderir à rede são seviciadas e no fim a maioria acaba cedendo. O CIP investigou o escândalo que acontece há anos e narra como tudo acontece. O relatório inclui vídeos e imagens de reclusas e guardas prisionais flagrados em cena de exploração sexual.